Para escolas
O aluno que ninguém consegue explicar já está na sua sala.
Formação e acompanhamento sobre neurodiversidade e altas habilidades para equipes pedagógicas — com base na lei, em dados do Censo Escolar e na realidade de quem vive isso em casa.
Talvez soe familiar
Você já ouviu alguma destas frases na sua escola.
“Ele é inteligente, mas não entrega nada.”
“Ela termina antes de todo mundo e depois atrapalha.”
“A mãe acha que o filho é superdotado.”
“A gente não tem estrutura para isso.”
Nenhuma dessas frases é má vontade. São sintomas de uma formação que quase nunca falou sobre altas habilidades — e de uma legislação que mudou em 2026 sem que ninguém tenha avisado as escolas direito.
O dado
26.815 alunos identificados em 47,4 milhões de matrículas.
É o que o Censo Escolar de 2022 registrou: 0,057%. A literatura trabalha com 3% a 5%. Quase 60% dos municípios brasileiros informaram zero alunos com altas habilidades.
Não é que eles não estejam nas salas. É que a identificação depende de alguém saber o que olhar — e esse alguém, quase sempre, é o professor.
O que eu levo
Temas
Altas habilidades na prática
Como se manifesta, por que passa despercebida e o que fazer quando aparece.
Neurodiversidade na sala
TDAH, autismo, dupla excepcionalidade — e por que uma condição esconde a outra.
O que a lei pede
Lei 15.436/2026, LDB art. 59, enriquecimento, aceleração e progressão flexível.
Família e escola
Como conduzir a conversa com a família sem que ela vire disputa.
Cuidar de quem ensina
O desgaste do professor diante do que não sabe nomear.
Formatos
Do encontro único ao acompanhamento do ano.
Palestra
Abertura de ano letivo, semana pedagógica, reunião de pais.
Workshop
Encontro prático com a equipe, a partir de casos reais da escola.
Formação continuada
Série de encontros ao longo do semestre, com material de apoio.
Consultoria
Acompanhamento da equipe na construção do plano de atendimento.
Como funciona
Toda entrega começa com uma conversa.
Não trabalho com palestra de prateleira. Antes de propor qualquer coisa, quero entender o público, o momento da escola, a cultura da equipe, o desafio concreto e o resultado esperado.
Só depois definimos tema, abordagem, duração, formato, número de encontros — e então apresento a proposta e o investimento.
Vamos conversar sobre a sua escola?
Me conte o momento da sua equipe. A primeira conversa é sem compromisso.