Antes de ser referência, eu fui uma mãe cheia de perguntas.
Quando minha filha recebeu o diagnóstico de Altas Habilidades, descobri que informação de qualidade, em linguagem acessível e com acolhimento de verdade, era raríssima. Então fiz o que toda mãe faz: fui atrás. Mergulhei nos estudos de psicologia positiva e neurociência — e transformei a minha busca em um propósito.
Hoje, uno o repertório de quem lidera equipes e desenvolve pessoas no mundo corporativo com a vivência real de quem cria uma criança superdotada. É essa ponte — entre ciência, gestão e maternidade — que torna o meu trabalho diferente.